A empresa são-carlense Xmobots, considerada a maior fabricante de drones da América Latina, participará da Drone Policial 2026, evento que acontece entre os dias 17 e 19 de março, em Foz do Iguaçu (PR). A companhia levará ao evento as soluções da Xmobots Security, nova vertical dedicada ao desenvolvimento de tecnologias aéreas para segurança pública e privada.
A Drone Policial chega à sua quarta edição e é voltada exclusivamente a profissionais da área de segurança. O evento reúne representantes das polícias Militar, Civil, Federal e Rodoviária Federal, além de Guardas Municipais, Receita Federal e integrantes das Forças Armadas.
Segundo a empresa, a nova divisão foi criada para atender às crescentes demandas por tecnologia em operações de vigilância, inteligência e monitoramento.
Entre os destaques que serão apresentados está o Nauru 100D ISTAR, um sistema aéreo não tripulado desenvolvido para missões críticas, como fiscalização, perseguições e monitoramento em áreas de difícil acesso. O equipamento possui até seis horas de autonomia e alcance de até 30 quilômetros, podendo transmitir imagens em tempo real, inclusive com sensores térmicos para operações noturnas.
O sistema também permite rastreamento de alvos, identificação de coordenadas geográficas e leitura de placas, ampliando a capacidade de atuação das equipes de segurança.
Outro equipamento apresentado será o sensor XSIS 222A, desenvolvido para integração em helicópteros. A tecnologia possibilita vigilância aérea em grandes áreas, identificação de veículos e rastreamento de suspeitos, sendo indicada para operações policiais e monitoramento em áreas urbanas ou de vegetação densa.
De acordo com representantes da empresa, a proposta é fornecer tecnologia que aumente a eficiência das operações em campo e contribua para o combate a crimes como tráfic0 de dr0gas, contr@bando e r0ubo de cargas.
A Xmobots já possui experiência no setor de segurança. Atualmente, drones desenvolvidos pela empresa são utilizados por instituições como a Polícia Militar de Santa Catarina, a Receita Federal e o Censipam (Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia).
