O Sistema Único de Saúde (SUS) está ampliando a oferta do implante contraceptivo subdérmico para mulheres e adolescentes de 14 a 49 anos. O método possui eficácia superior a 99% e pode prevenir a gravidez por até três anos.
Conhecido popularmente como “chip anticoncepcional”, o implante é uma pequena haste flexível colocada sob a pele do braço por um profissional de saúde. Ele libera, de forma contínua e em baixas doses, um hormônio chamado etonogestrel, que impede a ovulação e dificulta a passagem dos espermatozoides, reduzindo significativamente as chances de gravidez.
Entre as principais vantagens estão a longa duração, a praticidade — já que não exige uso diário como a pílula — e o fato de ser reversível. Após a retirada do implante, a fertilidade costuma retornar em pouco tempo.
Apesar da alta eficácia, o método não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Por isso, o uso da camisinha continua sendo recomendado.
Como a distribuição está sendo feita de forma gradual, a orientação é que as interessadas procurem a Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua residência para verificar a disponibilidade do implante e os critérios para utilização.
