
O segundo dia da COP30, em Belém, foi marcado por um protesto de povos indígenas e ambientalistas que ocuparam a área principal da conferência. O grupo reivindica mais espaço nas discussões e políticas concretas de preservação da Amazônia.
Os manifestantes afirmam que não basta discurso, e exigem participação efetiva nos acordos que definem o futuro da floresta e das comunidades locais. A mobilização provocou breves interrupções na programação oficial, mas ganhou destaque internacional, sendo vista como um pedido de escuta e representatividade real.
O protesto reforça a importância da inclusão de lideranças indígenas e movimentos sociais nas negociações ambientais, especialmente em um evento que tem como um de seus principais eixos a defesa dos biomas e a sustentabilidade global.
