O que prometia ser uma noite de diversão digna de confidencialidade máxima acabou ganhando contornos de pronto atendimento. Um jovem de 19 anos decidiu aproveitar a madrugada em um motel da região sul de São Carlos para uma animada “festinha a três”, acompanhado de duas garotas. Até aí, tudo dentro do roteiro do jovem. O problema surgiu quando, por motivos ainda envoltos em mistério, o rapaz sofreu um corte de cerca de sete centímetros no pé.
A cena, que deveria seguir no clima de trilha sonora e luz baixa, mudou rapidamente para sirene e luvas cirúrgicas. O SAMU foi acionado e realizou a sutura ainda no local, interrompendo oficialmente a programação noturna. A “festinha”, que prometia emoção, acabou mesmo foi na ala do curativo.
Segundo informações, o atendimento foi rápido e eficiente, mas suficiente para esfriar qualquer tentativa de continuação do encontro. Afinal, poucos figurinos combinam menos com o clima do motel do que gaze, soro fisiológico e pontos.
Agora, fica a dúvida que intriga amigos, curiosos e, possivelmente, familiares: a noite foi emocionante demais ou simplesmente traumatizante? E, sobretudo, qual será a versão apresentada em casa para explicar um corte no pé que nasceu, convenientemente, longe do sofá da sala?
O fato é que a madrugada terminou antes do previsto — e com um lembrete importante: algumas aventuras deixam lembranças. Outras, deixam cicatrizes.
