
ocorrida há cerca de 66 milhões de anos. Segundo os pesquisadores, os animais teriam morrido devido ao calor extremo provocado pelo impacto do asteroide que formou a Cratera de Chicxulub, na região onde hoje fica o México.
A pesquisa indica que a colisão lançou uma enorme quantidade de material incandescente na atmosfera. Ao retornar à superfície, esses fragmentos aquecidos provocaram incêndios em larga escala e elevaram drasticamente a temperatura do planeta, tornando o ambiente inabitável para grande parte das espécies.
Os cientistas também contestam a hipótese de que a extinção tenha sido causada inicialmente por um período de frio intenso. De acordo com o estudo, o calor foi o principal responsável pela morte dos dinossauros, enquanto o resfriamento global ocorreu posteriormente.
Esse fenômeno, conhecido como “inverno de impacto”, teria sido provocado pela enorme quantidade de poeira e partículas lançadas na atmosfera após a colisão. O bloqueio da luz solar reduziu as temperaturas, comprometeu a fotossíntese e desencadeou um colapso nas cadeias alimentares do planeta.
As novas conclusões ajudam a compreender melhor a sequência de eventos que levou à extinção dos dinossauros e de aproximadamente 75% das espécies que viviam na Terra na época, um dos maiores eventos de extinção em massa da história do planeta.
