Uma mulher foi vítima de am*aças, agr*ssões e cárcere privado atribuídos ao ex-companheiro na tarde desta terça-feira (29), em Itirapina. Segundo a Polícia Civil, ela chegou a ser enforcada com a corda de um crachá e impedida de deixar o veículo. O suspeito foi preso em flagrante após uma breve perseguição.
A ocorrência foi registrada por volta das 16h40, na região do Jardim América. A Polícia Civil chegou ao caso após receber uma denúncia anônima informando que uma mulher estaria dentro de um carro, gritando por socorro enquanto sofria agr*ssões e am*aças.
Durante as buscas, os policiais localizaram o automóvel e deram ordem de parada com sinais sonoros e luminosos. De acordo com o boletim, o motorista desobedeceu e continuou dirigindo, dando início a uma breve perseguição até a abordagem.
A vítima contou à polícia que havia sido convencida pelo ex-companheiro a acompanhá-lo sob o argumento de que verificariam um problema mecânico em seu veículo.
Durante o trajeto, entretanto, o homem teria dito que iria “resolver a situação” entre os dois e am*açado m*tá-la. Segundo o relato registrado no BO, ele passou a enforcá-la utilizando a corda de um crachá, além de segurá-la pelo pescoço e pelas mãos para impedir que saísse do automóvel.
Ainda conforme a ocorrência, a mulher foi levada para um local ermo, onde as am*aças continuaram. A Polícia Civil aponta que o caso teria sido motivado por ciúmes e pelo inconformismo do homem com o fim do relacionamento.
Em determinado momento, a vítima conseguiu aproveitar uma distração do suspeito, fugiu e pediu ajuda a populares.
O homem foi posteriormente encontrado pelos policiais dirigindo o veículo da própria vítima. Ele ainda teria resistido à abordagem, sendo necessário o uso moderado de força e o apoio da Polícia Militar para contê-lo.
A autoridade policial determinou a prisão em flagrante pelos crimes de s*questro e cárcere privado, lesão corporal e am*aça, no contexto de vi*lência doméstica e familiar contra a mulher, além de resistência e desobediência.
O suspeito foi encaminhado ao setor carcerário de Rio Claro, onde permaneceu à disposição da Justiça.
