Na noite de quinta-feira, 31 de julho de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu um jantar no Palácio da Alvorada, em Brasília, reunindo membros do Supremo Tribunal Federal (STF) para demonstrar solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes, alvo de sanções impostas pelos Estados Unidos. O encontro, realizado em meio a um cenário de tensão diplomática, buscou reforçar o apoio ao magistrado e à instituição em um momento crítico.
Entre os participantes estavam o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, os ministros Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. A iniciativa de Lula veio logo após a notificação das sanções, quando o presidente telefonou pessoalmente a Moraes para expressar sua indignação e apoio.
Durante uma reunião anterior com seus principais assessores, Lula classificou a inclusão de Moraes na Lei Magnitsky, que acusa o ministro de violações de direitos humanos, como “inaceitável”. O gesto do presidente sinaliza uma postura de resistência frente às pressões externas, enquanto o caso segue gerando debates sobre as relações entre Brasil e Estados Unidos.
