Os Estados Unidos divulgaram nesta sexta-feira (8) mais de 160 documentos antes considerados secretos sobre fenôenos anômalos não identificados, os famosos OVNIs.
A liberação dos arquivos ocorreu após uma ordem direta do presidente Donald Trump, que em fevereiro determinou que agências federais revisassem e divulgassem materiais relacionados a objetos voadores não identificados e possíveis atividades extraterrestres.
Os documentos incluem relatórios de inteligência que remontam à década de 1940, trazendo descrições de “discos voadores”, “aeronaves desconhecidas” e registros de fenôenos considerados incomuns no espaço aéreo norte-americano.
Entre os materiais revelados, um dos que mais chamou atenção foi um relatório de 1948 classificado como “sigilo máximo”. Também foram divulgados depoimentos recentes de agentes federais que relataram, em 2023, avistamentos de órbitas luminosas misteriosas no céu.
Segundo o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, a decisão busca encerrar décadas de especulações e permitir que a população tenha acesso direto às informações.
Apesar da repercussão, o Pentágono afirmou que muitos casos investigados ao longo dos anos acabaram sendo explicados como satélites, balões meteorológicos ou outras atividades humanas.
Mesmo assim, autoridades americanas reforçaram que continuam investigando fenôenos aéreos incomuns, principalmente por questões de segurança nacional e pelo temor de possíveis tecnologias avançadas desenvolvidas por países rivais.
A divulgação reacendeu debates nas redes sociais sobre vida extraterrestre, conspirações e antigos relatos envolvendo OVNIs ao redor do mundo.
