Passei mais de 15 anos na IBM liderando projetos de tecnologia e transformação digital em grandes organizações. Nesse período, vi de perto o que separa uma iniciativa de inovação que se transforma em um caso real de sucesso daquela que termina como apenas mais um slide esquecido: resultado mensurável.
Foi com essa convicção que assumi a DIGITALY, em 2018. Não para vender inovação como discurso, mas para entregar eficiência, produtividade e escala.
Hoje, a DIGITALY posiciona-se como uma empresa de Engenharia de Inteligência Artificial para negócios. Aplicamos IA, AI Agents e automação cognitiva aos processos críticos das organizações, conectando tecnologia, conhecimento de negócio e execução.
Atuamos em áreas como Revenue Cycle na saúde, conciliações e operações financeiras, automação de processos e integração da inteligência artificial com ambientes complexos, incluindo SAP, Oracle e sistemas legados — plataformas que muitas empresas não querem modificar, mas das quais suas operações continuam dependendo.
Nossa engenharia começa pelo processo de negócio. Antes de pensar na tecnologia, entendemos como a operação funciona, identificamos gargalos, perdas financeiras, retrabalho e oportunidades de escala. A partir disso, desenvolvemos agentes de inteligência artificial capazes de executar, analisar, monitorar e apoiar decisões com governança, segurança e rastreabilidade.
A DIGITALY é pioneira em automação cognitiva e inteligência artificial generativa no Brasil. O Prêmio de Inovação da Unimed SUEMG representa um importante reconhecimento dessa trajetória. Entretanto, as métricas que mais nos orgulham estão dentro das operações dos nossos clientes: custos reduzidos, produtividade ampliada, maior controle e capacidade de crescimento sem aumento proporcional da estrutura.
Minha tese é simples: inteligência artificial não é apenas inovação. É eficiência, escala e vantagem competitiva. A empresa que ainda trata a IA como experimento corre o risco de perder espaço para aquela que já a incorporou como parte da operação.
Como membro do Comitê de Líderes Empresariais da Mobilização Empresarial pela Inovação — MEI, iniciativa coordenada pela Confederação Nacional da Indústria — acompanho de perto como as empresas brasileiras estão se posicionando diante dessa transformação. Ao mesmo tempo, estamos ampliando a presença da DIGITALY nos Estados Unidos, levando a mesma proposta: inteligência artificial e automação a serviço de resultados concretos, e não apenas de discurso.
Participar do São Carlos Experience tem um significado especial. São Carlos reúne universidades, profissionais altamente qualificados, centros de pesquisa e uma vocação histórica para ciência, tecnologia e empreendedorismo. É o ambiente ideal para discutirmos como transformar todo esse conhecimento em empresas mais eficientes, competitivas e preparadas para uma economia orientada por inteligência artificial.
Fora do trabalho, encontro no golfe e no tênis ensinamentos muito semelhantes aos de uma operação bem construída: disciplina, estratégia, precisão e visão de longo prazo.
Se você lidera uma empresa ou uma operação que precisa reduzir custos, aumentar produtividade, ganhar escala e finalmente tirar a inteligência artificial do modo piloto, vamos conversar.
A próxima fase da IA não será definida por quem fizer as melhores apresentações. Será liderada por quem construir as melhores operações.
