Bebê engole bituca de cigarro de maconha e é levado para UPA em Rio Claro

viver 23 10
Bebê engole bituca de cigarro de maconha e é levado para UPA em Rio Claro

Um bebê de sete meses deu entrada na manhã desta sexta-feira (28) na UPA 29, em Rio Claro, após ingerir acidentalmente uma bituca de cigarro de maconha. O caso mobilizou os serviços de saúde e será investigado pela Polícia Civil.

🕒 O que se sabe

A mãe da criança, de 24 anos, havia deixado o bebê sob os cuidados do irmão enquanto levava o outro filho à escola. Ao retornar, foi informada de que o bebê havia mastigado e engolido uma ponta de cigarro. A bituca, segundo o próprio tio, pertencia à mulher.

Preocupada, a mãe levou o bebê até a UPA para atendimento médico. A equipe relatou o caso à autoridade policial e sugeriu a presença da mãe durante a observação, que seria de 24 horas. No entanto, ela deixou a unidade antes de receber alta — junto com a criança — o que ocasionou a formalização de boletim pela Guarda Civil Municipal e acionamento do Conselho Tutelar.

Consequências e investigação

O episódio será investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Rio Claro. A fuga da mãe antes da alta médica e o risco à saúde do bebê levantam suspeitas graves sobre negligência e exposição da criança a perigo.

Contexto preocupante

Casos semelhantes já foram registrados em outras regiões do país, com crianças hospitalizadas — e, em situações extremas, até com óbito — após ingerir restos de maconha deixados por adultos.

As autoridades reforçam a necessidade de manter substâncias perigosas longe do alcance de crianças e alertam para os riscos de intoxicação. A denúncia e comunicação imediata a hospitais e órgãos de proteção são imprescindíveis nesses casos.

Enquanto a investigação prossegue, o caso serve como alerta para a responsabilidade no cuidado infantil e os perigos de descuido doméstico com substâncias ilícitas.