A vidente Vó Bahiana, que ganhou repercussão nacional ao afirmar ter sonhado com uma suposta invasão alienígena durante a partida entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo, voltou a se pronunciar após o jogo desta quarta-feira (24), que terminou com vitória brasileira por 3 a 0 e sem qualquer ocorrência do tipo.
Em entrevista por telefone ao apresentador Luiz Bacci, ela explicou que nunca tratou o episódio como uma previsão, mas sim como um sonho que decidiu compartilhar.
Segundo Vó Bahiana, a decisão de tornar o sonho público foi motivada por uma experiência anterior envolvendo a cantora Marília Mendonça. Ela afirmou que sonhou com a queda do avião da artista, mas optou por não divulgar o sonho antes do acidente. Desde então, diz ter assumido o compromisso de compartilhar todas as mensagens e sonhos que recebe.
Questionada sobre o fato de a invasão alienígena não ter acontecido durante a partida, a vidente afirmou que acredita que o episódio ainda poderá ocorrer.
“O jogo terminou e não aconteceu nada, mas vai vir os alienígenas. Eles estão a caminho”, declarou.
Ela também destacou a repercussão internacional que o caso alcançou, afirmando que sua história foi divulgada em 144 países e em 55 idiomas, o que, segundo ela, reforça sua crença de que existe “uma energia muito maior” por trás dos acontecimentos.
Durante a entrevista, Vó Bahiana voltou a afirmar que acertou previsões relacionadas aos recentes terremotos registrados no Japão, na Venezuela e aos tremores sentidos no Norte do Brasil, além de dizer que 2026 será um ano marcado por muitas mudanças.
Outro trecho que chamou atenção foi o relato de um episódio que, segundo ela, ocorreu durante a madrugada em um hotel. A vidente contou que, por volta das 5h40 da manhã, o ar-condicionado, o micro-ondas e a cafeteira teriam ligado sozinhos por três vezes consecutivas. Ela disse que estava dormindo no sofá quando a filha acordou assustada com o barulho.
As declarações de Vó Bahiana continuam dividindo opiniões nas redes sociais. Enquanto alguns seguidores acreditam em seus relatos, outros tratam o caso com ceticismo e humor.
