A lenda da moça que dançou com o Diabo em uma Sexta-feira Santa

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A lenda da moça que dançou com o Diabo em uma Sexta-feira Santa

Ei, galera! Preparem-se pra uma lenda que mistura dança, mistério e um diabo galã. O @rolouhistoria e @saocarlosnotoque trazem essa história!

Era Sexta-feira Santa de 1943. Maria (vamos chamá-la assim) uma moça que não perdia baile por nada, pensou: “Só uma dancinha rápida, Deus tá ocupado!” Ignorou rezas, família e vizinhos que a olhavam com repreensão.

O baile rolava numa casa chique, luzes piscando. Entra um cara lindo: terno preto impecável, cartola, sorriso, um galã de novela. “Quer dançar, lindinha?” Maria topa. Eles rodopiam a noite toda – o casal mais bonito da festa, salão pegando fogo (literalmente!).

Meia-noite chega. Ele diz: “Moça, minha hora chegou!” Curva-se, tira a cartola… e surgem chifres! Era o Diabo, o tinhoso, o capiroto disfarçado! Maria grita: “Socorro, é o Coisa-Ruim!” O capeta ri: “Agora você é minha parceira eterna!” Fumaça de enxofre invade toda a casa e Maria desmaia.

Vizinhos (daqueles que todos têm no quarteirão e sabem a vida de todos) contam versões: uns dizem que ela morreu dias depois, outros que enlouqueceu, ou que foi morar com o Diabo. Ninguém sabe ao certo.

Até hoje, em noites de lua cheia (sobretudo Sextas-feiras Santas), ouvem risadas e passos de dança no terreno vazio da esquina Rua Major José Inácio com Rui Barbosa. O túmulo dela? Lenda diz que tá no cemitério, ponto de magia negra… ou sumiu!

Verdade ou fake? Virou até música sertaneja! O terreno tá lá, sinistro, mas perfeito pra um “Diabo’s Burger”.

Siga o @rolouhistoria. Até domingo que vem!